domingo, 7 de abril de 2013

Campeãs da Superliga comemoram título em churrascaria de São Paulo

Diziam que já não havia mais nada para se contar. Em um clássico marcado por nove finais seguidas, o histórico se apresentava como um personagem à parte no ginásio do Ibirapuera. Mas, para escrever um novo capítulo do duelo contra o Osasco, o Rio de Janeiro quis deixar o passado para trás. Criada na quadra rival,Natália ressurgiu vestida de azul e guiou sua equipe a uma reação heroica na manhã deste domingo. Pelos braços da ponteira,o Rio virou um jogo que parecia perdido: 3 sets a 2, parciais 22/25, 19/25, 25/20, 25/15 e 15/9, para celebrar o seu oitavo título da Superliga. Quem também chamou a responsabilidade para si foi Fofão. Aos 43 anos e jogando sentindo dores na panturrilha, a levantadora do Rio foi eleita a melhor jogadora da decisão.
Antes da decisão, Bernardinho chegou a alertar para o risco de um massacre. Diante de um rival formado por cinco campeãs olímpicas, o treinador temia que seu time não tivesse forças para chegar ao título. No entanto, a equipe carioca levou a melhor no clássico e aumentou a vantagem para 6 a 3 nas nove finais consecutivas entre as rivais.
Após vencer o Osasco e conquistar o título da Superliga feminina, o grupo de jogadoras do Rio de Janeiro foi comemorar o feito em uma churrascaria de São Paulo, na tarde deste domingo. Durante a confraternização, as atletas receberam um kit com produtos do patrocinador do clube, além de uma joia.

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